Lanhouses em nova fase

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14022009

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Lanhouses em nova fase





Fonte: Revista AREDE ed. 44

Raimunda Bandeira Carvalho, a dona Dica, encontrou uma forma de aumentar sua renda. Abriu um crediário nas Casas Bahia e instalou seis computadores na entrada de seu salão de beleza. Assim, surgiu mais uma lanhouse em Heliópolis, comunidade onde vivem cerca de 120 mil pessoas, em São Paulo. Há três anos, o número de lanhouses de Heliópolis saiu de menos de uma dezena para 52. De um ano e meio para cá, no entanto, esses estabelecimentos começaram a fechar as portas. Ainda são muitas (cerca de 40) e bastante populares (os computadores de dona Dica vivem ocupados), mas o crescimento cessou.

Muitas causas afetaram o negócio de lanhouses. Com os computadores mais baratos, aumenta o acesso doméstico à internet; muitas máquinas são levadas pela polícia por falta de alvarás de funcionamento ou por uso de software pirata; falta dinheiro para substituir as máquinas, quando os softwares demandam mais capacidade. Em Natal (RN), um terço das lanhouses fechou em um ano, conta Rafael Maurício da Costa, dono da Acesse Planet. O movimento começou a cair quando uma portaria do juiz José Dantas de Paiva, da 1ª Vara da Infância e Juventude, determinou: menores de 18 anos só podem entrar em lanhouses, cinemas e casas de jogos eletrônicos com autorização legal dos responsáveis anexada a uma cópia do documento de identidade.

O principal fator de risco das lanhouses, paradoxalmente, foi o propulsor de sua expansão pelo país: a informalidade. Essas microempresas costumam ser abertas sem registro oficial, não pagam impostos e sequer contam com uma legislação clara sobre sua atividade. Por isso, o principal objetivo da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (Abcid), entidade de proprietários de lanhouses fundada em 2008, é criar condições para que esses pequenos negócios se formalizem. Segundo estimativas da Abcid, das cerca de 90 mil lanhouses do Brasil, 87% são informais. O cálculo tem como base as vendas das empresas que fazem software para administração de locais de acesso coletivo à internet.

Há cerca de dois anos, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, começou a fazer o Mapa da Inclusão Digital no Brasil (MID). “Na época, a informalidade e o fato de atuar, principalmente, em áreas e com público de menor poder aquisitivo, fazia as lanhouses serem confundidas com ambientes de contravenção, em vez de iniciativas empreendedoras de inclusão social”, observa Anaiza Caminha Gaspar, coordenadora do MID. Mas essa percepção começa a mudar, diz ela. Parte por atuação da Abcid, empenhada em desfazer a imagem de que seus associados são lugares onde crianças vão matar aulas e jogar jogos violentos.

continua...


Última edição por Alexandre em 25/3/2010, 17:16, editado 2 vez(es)

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Mensagem em 14/2/2009, 20:32 por Alexandre

A decisão de mudar esse conceito também está relacionada à necessidade de encontrar outras fontes de faturamento. Para os donos de lanhouses associadas à Abcid, com a popularização dos PCs, a receita obtida com videogames tende a cair. Grande parte das novas possibilidades de negócio está ligada ao que os empresários entendem por inclusão digital: acesso a serviços de governo eletrônico, parcerias com secretarias de Educação em projetos escolares, programas de ensino a distância. A informalidade traz muitos problemas para as lanhouses e seus usuários, mas o combate a ela não pode eliminar o que Ronaldo Lemos, coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas chama de “espírito de inovação e empreendedorismo ‘de baixo para cima’”. “Se a legalização se tornar só uma maneira de pagar imposto, se as pessoas virem que perdem mais na legalidade do que na informalidade, não acontece”, constata Anderson Dando, dono de uma lanhouse na comunidade de Antares, Rio de Janeiro.

As lanhouses ganharam maior e melhor visibilidade no ano passado, quando o Comitê Gestor da Internet divulgou os números da Pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil — 2007, mostrando que 49% dos brasileiros frequentam centros de acesso pago. Para 35%, as lanhouses são o principal meio de navegar na rede, enquanto apenas 2% usam os telecentros. “Lanhouses substituem o poder público e tornam-se o maior meio de inclusão digital no Brasil”, diz uma notícia publicada em dezembro de 2008 na página da Abcid na internet. “Lojas que há anos eram conhecidas como casas de jogos eletrônicos, onde os jogos em rede e online predominavam, hoje mudaram! E já são as maiores responsáveis pelo acesso à internet no país. Segundo os dados levantados pelo comitê gestor de internet no Brasil, o CGI.br, (...) as lanhouses atendem principalmente as classes C, D e E, dando oportunidade aos menos favorecidos de estarem integrados no mundo digital a um baixo custo. (...) Jogos violentos são cada vez menos vistos nessas casas, o acesso a redes de relacionamentos como Orkut, comunicadores instantâneos como Messenger, ferramentas de voz sobre IP como Skype têm se tornado constante”, continua o texto.

Embora as lanhouses estejam sob o imenso guarda-chuva da inclusão digital, não competem com os demais centros públicos de acesso. A finalidade dos telecentros, amadurecida ao longo dos anos pelos ativistas e profissionais do setor, é o “letramento digital”: não somente proporcionar acesso à rede, mas programas de formação para que os frequentadores usem a tecnologia para melhorar suas vidas e comunidades. Enquanto as lanhouses são empreendimentos comerciais (embora possam exercer um importante papel social), a sustentabilidade dos telecentros não é apenas uma questão de recursos financeiros (embora dinheiro seja fundamental).

É verdade que, sem projetos que transformem a possibilidade de articular-se em rede em uma real democratização do acesso e da produção de informação, os telecentros podem se parecer com lanhouses sem games, onde o usuário tem limite de tempo para navegar — e os jovens de renda mais baixa, principal público das lanhouses, buscam acesso barato, com a finalidade de se entreter, e com mais liberdade de uso. Outra diferença importante entre telecentros e lanhouses é a gratuidade. “É como se os telecentros fossem bibliotecas, que formam leitores, e as lanhouses, livrarias, onde os leitores já formados, e que têm recursos, vão buscar mais informação”, ilustra Carlos Seabra, do Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos (Ipso).

continua...

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Mensagem em 14/2/2009, 20:33 por Alexandre

Há uma possibilidade de troca de aprendizados, entre lanhouses e telecentros, na opinião de Anaiza, do Ibict. Ela observa que as lanhouses ensinam, sobretudo, a pautar a oferta de serviços dos telecentros do ponto de vista da população, da ótica do consumidor. E os telecentros ensinam às lanhouses como operar serviços de interesse público e mais permanentes, do ponto de vista educacional, de forma a contribuir com a distribuição dos serviços públicos. Essa interação até hoje não existe, porque tanto empreendedores de lanhouses quanto servidores públicos se concentravam em ressaltar as diferenças entre as duas atividades. Os números da pesquisa do CGI.br estão mudando isso.

Ninguém mais nega que o alcance e a popularidade das lanhouses são reais. Reconhecidos por governos, pela mídia, por empresas de software e por entidades como o Sebrae. A consequência disso é que começam a parecer parcerias para criar novas atividades nesses pontos de acesso. Em dezembro de 2008, o Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas, com o apoio da Fundação Mozilla, e em parceria com a Abcid, realizou uma reunião com donos de lanhouses. Foram discutidos pontos como os principais desafios (informalidade, dificuldades de zoneamento e de obtenção de alvarás), a possibilidade de desenvolvimento de complementos do Firefox específicos, o uso de software livre. “Vamos não só tornar disponível todo o material coletado na reunião, mas traçar um plano de ação”, conta Bruno Magrani, da Fundação Mozilla.

O Projeto Lanhouse faz parte dos objetivos da Mozilla desde outubro de 2008, quando foram apresentados o novo blog e os objetivos da fundação no Brasil. Os principais motivadores foram os números da pesquisa do Comitê Gestor e a constatação de que as lanhouses se identificam com valores da fundação: a colaboração e o software livre.

No encontro promovido pela Abcid na Campus Party 2009, foi anunciado um acordo entre a Microsoft e a iGames Brasil para legalizar o software utilizado nas lanhouses. A iGames é uma organização de marketing para games, que faz dos game centers, nos Estados Unidos, seu principal canal de atuação. No Brasil, essa parceria se dá com as lanhouses, explica Marcel Kayama, representante da iGames e integrante da diretoria da Abcid. As lojas participantes do acordo com a Microsoft assinarão um contrato de dois anos com a iGames, que licenciará o sistema operacional Windows e o pacote Office por R$ 99,90 ao ano, por computador. O pagamento pode ser à vista, com 10% de desconto, ou em dez vezes sem juros no cartão de crédito.

Para Fukuyama, a medida é importante porque o licenciamento de software é uma questão delicada no setor, grande usuário de cópias piratas: “Os fabricantes nunca desenvolveram um programa de incentivo ou de apoio a esse mercado. Esse é um programa inovador porque além de ter preços acessíveis, possibilita às lanhouses uma assinatura anual da licença, bem como a atualização automática do software sem custo adicional”. Além disso, o acordo não prevê exclusividade a produtos Microsoft. Essa condição, colocada pela empresa em conversas anteriores com os donos de lanhouses, impediu que um acordo fosse negociado antes – o Orkut, do Google, é um dos campeões de audiência nas lanhouses brasileiras. “O importante é sempre dar opção às lans, que podem ser obrigadas a instalar o Microsoft Internet Explorer, mas podem ter a livre opção de usar Mozilla Firefox, por exemplo”, diz Fukayama. A meta da iGames é alcançar 2 mil PCs licenciados até junho.

Entre os vários projetos da iGames no Brasil está o de fazer interface entre distribuidores e lojas interessadas em trocar ou ampliar seus equipamentos; realizar eventos e competições que movimentem as lojas; possibilitar que as lanhouses revendam créditos e itens de Games Online e, inclusive, recebam comissões; utilizar as lanhouses como correspondentes bancários, gerando valor e mais receita para as lojas. Os acordos se dariam entre os parceiros e a iGames. Essa é uma das maneiras de contornar a informalidade, que impede acordos diretos entre lojas e instituições públicas ou privadas.

Em Estância (SE), o Sebrae e a Abcid intermediaram um acordo entre a prefeitura e as 28 lanhouses da cidade. Alunos da rede pública vão às lanhouses fazer pesquisas escolares, pagando com web tíquetes. A prefeitura dá o tíquete aos alunos, que acessam a internet em casas credenciadas, remuneradas pela Secretaria de Educação. Os professores foram capacitados pelo Sebrae para propor atividades utilizando a internet. De acordo com Paulo Eirado, do Sebrae de Sergipe, a iniciativa ainda está em fase piloto.

A percepção dos governos de que podem realizar parcerias com as lanhouses é uma boa notícia. Pode reforçar o trabalho de legalização e melhorar a compreensão sobre as atividades dessas empresas, tanto para os empresários quanto para a opinião pública. Hoje, não existe, na Classificação Nacional de Atividades Econômicas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (CNAE/IBGE), um item específico em que se encaixem as lanhouses. Segundo essa classificação, lanhouse é exclusivamente uma casa de jogos, enquanto os cibercafés, unicamente para acesso à internet. Na realidade, porém, não há jogos sem internet, nem cibercafés sem jogos.

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Mensagem em 14/2/2009, 20:38 por Alexandre

O uso de softwares piratas e a impossibilidade de manter um negócio sustentável cobrando R$ 1,00 por hora são outros problemas a serem enfrentados. Cálculos de várias empresas associadas à Abcid mostram que, para ter condições de pagar impostos e de renovar o parque de máquinas a cada dois anos, o preço deveria ser de R$ 2,50 a R$ 3,00 por hora. Será que os usuários de comunidades de baixa renda pagariam isso?

A resposta a essa pergunta é conhecida por donos de lanhouses que procuram novas fontes de receita, por meio de parcerias ou da prestação de serviços complementares — que vão de cursos de educação a distância até cortes de cabelo. Uma das primeiras lanhouses de Heliópolis, a Virtual Cyber, ou a Lan Verde, como chamam os moradores, cobra R$ 1,50 por hora, 50% a mais do que a “tabela” local, e continua cheia. “A Lan Verde conseguiu formar uma comunidade de relacionamento em seu entorno, as pessoas vão ali também para se encontrar”, conta João Carlos Dener, que presta serviços de suporte a lanhouses em Heliópolis e trabalha no setor de informática da União de Núcleos, Associações e Sociedades dos Moradores de Heliópolis (Una) e São João Clímaco.

A ação do governo e das lanhouses não pode ter como única finalidade a geração de novas oportunidade de negócios para empreendedores, observa Cláudio Prado, presidente do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital. Ele enxerga três movimento distintos em direção ao futuro. O primeiro, reacionário, vê as lanhouses como “antro da perdição”, em uma confusão histórica de rejeição do novo. O segundo tenta legalizar as lanhouses para explorar o comércio da conexão. O terceiro, no qual se inclui, vê as lanhouses como Pontos de Cultura, espaços potenciais de formação de cidadania cultural do século 21. Prado acredita que “a cultura digital nas lanhouses pode ser um atalho para criação de bolsões de alegria e de perspectivas de oxigênio global para todos”. O verdadeiro valor das lanhouses, diz ele, não é serem intermediárias na venda de conexão à internet, até porque essa conexão será cada vez mais acessível”, contata. “E esse valor deriva da vontade que as pessoas têm de entrar em grupos sociais, se reunir em torno do potencial transformador gerado pela banda larga, transformar a realidade”, observa. Se a discussão acerca das lanhouses se limitar ao aspecto empresarial, esse potencial de mudança será desperdiçado.


"Conteúdo na tela

As lanhouses e os telecentros vão fazer parte do Conexão Cultura — projeto que a área de Desenvolvimento de Negócios da TV Cultura apresentou no Encontro Nacional de Lan Houses, que aconteceu na Campus Party 2009. Trata-se de um aplicativo que, baixado pelo usuário, cria uma janela lateral na tela, pela qual se acessa o conteúdo educativo produzido por parceiros do projeto: Sesc, Sebrae, CPFL, Instituto Itaú Cultural. Os programas Acessa SP, do governo paulista, e Telecentros, da prefeitura de São Paulo, já aderiram.

As lanhouses serão remuneradas: vão receber 10% da receita de patrocínio cultural do Conexão Cultura, de acordo com o número de adesões de usuários. Outros 20% vão para os usuários, na forma de prêmios de fidelidade. O internauta acumula pontos pelo uso do site e ganha prêmios mensais, como PCs e laptops. Outros 20% da receita serão entregues a entidades que trabalham com crianças e adolescentes, eleitas todo mês pela internet. Com premiações e parcerias, a TV Cultura procurar formar redes de interesse em torno do conteúdo do Conexão Cultura. O Conexão Cultura entra no ar em março.

Uma pesquisa realizada pela Cultura Data, órgão de pesquisa da Fundação Padre Anchieta, para fundamentar o projeto, ouviu 349 usuários e 27 donos de lanhouses da cidade de São Paulo e mostrou que os videogames não são mais os campeões de audiência. As lanhouses começam a ser vistas como locais públicos de acesso a comunicação, informação, pesquisa e relacionamento. Segundo o estudo, o usuário de lanhouse é jovem (57% têm até 24 anos, e 34% estão entre 16 e 24 anos) e majoritariamente do sexo masculino (56%). A maior participação é da classe C, com 51%. Os números indicam ainda que 93% utilizam as lanhouses para serviços de comunicação, categoria que inclui e-mails e o acesso a sites como o Orkut. Os jogos, nesses espaços públicos, aparecem como preferência de 42%. Percentual bem próximo aos 40% de usuários que afirmam ir a lanhouses para acessar sites de notícias."


Última edição por Alexandre em 8/9/2009, 22:13, editado 1 vez(es)

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Mensagem em 16/2/2009, 07:31 por indaia1509

Alexandre como ficamos sabemos sobre o licenciamento do SO? La no site iGames não traz informação.
Junior

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Mensagem em 20/2/2009, 09:50 por Alexandre

A noticia estará em Breve aki no Forum...

Aguarde, porque novidades estão e estarão sendo postadas por aki...

Wink

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Mensagem em 21/2/2009, 10:30 por indaia1509

Ok...obrigado

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Mensagem em 8/9/2009, 20:22 por UEDAMA

Me apeguei a essa pergunta; R$2,50 a R$3,00 reais por hora.  Será que os usuários de comunidades de baixa renda pagariam isso?
R$1,50 - Ofereço esse preço em minha LAN por comprovar a eficácia dos maquinários que utilizo e a razoável conexão de 4GB/S que temos, isso sem contar o atendimento diferenciado e as opções de entretenimento. Sei que não é o bastante para tocar o barco a todo vapor, mas tenho ao meu redor 5 ou 6 Lans que estão cobrando mísero R$1,00 p/hora, grande parte dos clientes continuam fiéis ao nossos sistemas, mas boa parte se evadiu por outras Lans locais.Eu quero mesmo é que surja obrigações de regularização acertando preços e prazos para o tal feitio. Assim penso eu, ser a melhor forma de manipular as Lans da região para que trabalhem na mesma margem de preço sem ofender nem prejudicar o faturamento do seu vizinho que paga impostos e  trabalha corretamente.E como, o preço varia de acordo com a região e seu poder aquisitivo, "bom mesmo seria criarmos um projeto elegendo uma "Base Regional", a qual, ficaria ao encargo de fiscalizar as Lans da sua região" constatando documentações, preços e serviços oferecidos nos locais, como também, trazendo benefícios e vantagens às Lans afiliadas, novidades para o setor, cursos e palestras para os microempresários proprietários das Lans e muito mais... E para isso seria criado essa tal "Base Regional", que atuaria em parceria com a Prefeitura da Cidade e outros Orgãos Competentes, possibilitando o aparecimento de novas Pequenas Empresas, tirando da informalidade quem realmente quer trabalhar de acordo com as Leis. E após uma reunião com esses futuros empresários da região, estando todos de acordo com as taxas a serem mantidas para a sustentação da BR (Base Regional) ou BRCID (Base Regional de Centro de Inclusão Digital), e talvez com a ajuda da Prefeitura, quem se opuser ao tal filiamento, estará sujeito a visita de fiscalizações impondo seu prazo para regularização ou fechamento da loja.

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Mensagem em 25/9/2009, 13:27 por Ivan bariri

Boa ideia uedama, apoio sua ideia, deveriamos nos unir mais.

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